terça-feira, 14 de abril de 2020

Sentado, calado, rezando.
Pedindo a Deus, quem sabe, a cura,
brandura, candura, ternura.
Que limpe tudo antes do inverno
para que o purgatório seja terno
e não se transforme em inferno.
Basta deste sofrimento!
Será que peço a contento
que o povo  receba o alento?
E então me entrego à poesia.
O que achas mais que eu faria?
A quarentena seguia e eu aqui
na esperança de um novo dia.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Não nascemos todos Samurais

Certa vez eu aprendi que um Haikai é um pequeno poema. O samurai, antes de praticar o seppuku (ritual de honra quando o samurai perdia u...