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Às vezes penso em como é precioso poder dar ao mundo sua última contribuição de beleza ante de se despedir para os outros jardins. Quanto gracejo às portas da grande passagem. Mas, nem todos nascemos samurais. Nem todos teremos a oportunidade de nos despedirmos. Enfim, nunca estamos preparados.
Logo, pelo sim e pelo não, deveríamos escrever um Haikai a cada vão momento, pois, por mais simples que tal momento pareça, jamais saberemos quando será o último.
Até a próxima!

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